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Sábado, 5 de Agosto de 2006

Os 3 Porquinhos e o Lobo Mau

 

Quem disse que as histórias que ouvimos em tempos, têm de ser como eram antes?

Alguém pensa no medo que uma criança pose ter ao ouvir essas histórias, pois muitas delas encobrem uma violência enorme?

Ora, aqui o Je, gosta mesmo é de trocar as voltas à questão. Aqui fica a última que reinventei. Longe de estar perfeita, pelo menos dá uma nova visão do Mauzão da história e reinventa a capacidade criativa que se pode ter perante um problema, sem ser a vingança e faz mal aos outros para se salvar a pele.

João, José e Miguel eram os três porquinhos.

Andavam pela floresta a procurar um belo sítio para construirem as suas casas, uma vez que o Lobo Mau andava por aí e eles sabiam que se iam encontrar de certeza.

Assim, cada um em lugares diferentes foi parando e construindo as suas belas casinhas.

Miguel foi o primeiro, pois encontrou um monte de paus e palhas.

José foi o segundo, porque tinha à mão um lote de belas tábuas.

Mais à frente, João demorou um pouco mais, mas construiu a sua casa de tijolo e cimento.

Certo dia, como era de esperar, o Lobo Mau, apareceu.

Bateu à porta e disse:

- Sei que estás aí, porquinho. Sai para fora, que eu tenho muita fome.

- Isso é que era bom. Nem penses.

- Então, vou contar até 3. Depois vou soprar e deitar a casa abaixo. E a seguir, como-te.

O Lobo só não comeu o Miguel, porque este fugiu depresa para casa do seu irmão José.

A cena repetiu-se e ambos os porcos fugiram para casa de João.

João estava a fazer uma bela de uma sopa de hortaliça e tinha preparado uma bela refeição de seitan com arroz tufado e legumes.

Quando o Lobo chegou, voltou com a mesma lenga-lenga de soprar e deitar a casa abaixo.

Como João usava a lareira para cozinhar, não estava na disposição de ter de perder a bela refeição que estava a preparar. Então, tranquilamente pensou que se o Lobo já tinha corrido atrás dos irmãos, se tinha soprado até deitar as suas casas abaixo e que já tinha soprado a tentar fazer voar a sua também... já não teria muitas forças.

Disse então ao Lobo:

- Deves estar cheio de fome.

- Ah! Pois estou! - disse o Lobo ofegante.

- Hum! Tenho uma proposta para te fazer.

- Eu quero é dar-te uma trinquinha. Tenho tanta fome. - Disse desanimado e quase sem forças.

- Se eu te servisse um prato da minha sopa de hortaliça e depois um pouco de seitan com arroz tufado e legumes, achas que ias gostar?

O Lobo meio atordoado, nem estava a perceber bem. Mas com a fome que tinha, aceitou.

João, por precaução, foi colocando os pratos na janela e mantinha-a fechada. Não sabia que reação ia ser a do Lobo e não queria correr riscos desnecessários.

O Lobo comeu e repetiu. Adorou a comida e pediu a receita.

A partir desse dia, numca mais quis comer porquinhos. Tornou-se vegetariano.

Ouvi no outro dia, que ainda trocam receitas entre eles e que atá a cabra Montez e os seus 7 cabritinhos tinham entrado para aquele grupo de amigos... diferentes... mas amigos.

E eu aguardo que eles editem um livro de receitas ou que me deixem frequentar umas aulitas de culinária...

Aqui fica...

 

 

E o teu espelho? Qual foi?

publicado por MoonLight às 12:49

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2 comentários:
De PM a 5 de Agosto de 2006 às 13:40
e a história do capuchinho, como é???
De MoonLight a 5 de Agosto de 2006 às 13:49
Fica para a próxima!...lol...
Bjs de Luz

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